terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Mínima semente de gigantesca utopia

Mínima semente de gigantesca utopia


Ah, como eu gostaria que todos entendessem como é conhecer o amor de Cristo!

Nesse dia todos seriam tão mais diferentes quanto também muito mais essencialmente iguais.

Nesse dia cessariam os ruídos das doutrinas, e o toque chamando para a guerra santa, e que vem dos sopros dos enganados pela presunção da verdade.

Nesse dia não seríamos tão visíveis, na realidade, seríamos quase invisíveis, mas seríamos sentidos em todos os cantos da vida.

Nesse dia os homens, mesmo os mais belicosos, aos nos verem, diriam: Graças a Deus eles chegaram!

Nesse dia os homens dariam graças a Deus por haver filhos Dele na Terra, e, independentemente do credo de qualquer um, eles saberiam que o amor de Jesus foi o que nos tornou aqueles pelos quais eles esguicham gratidão aos céus.

Enquanto isto...

Tem-se que viver em nós mesmos conforme a fé no Evangelho, posto que somente da experiência pessoal, é que nasce a esperança de que os encontros com o amor de Deus aumentem, e, assim, quem sabe, algum dia, nós não apenas sejamos sentidos pelo mundo, mas possamos também nos sentir uns aos outros em amor.

O caminho para o grande é o pequeno.

O primeiro passo gerará todos os demais.

É por causa de coisas que não são, que as que são deixam de ser.

O Reino de Deus é invisível, e suas sementes sempre são pequenas.

O fundamento de toda existência é o ser.

A essência do ser é amor.

Deus é amor.

Esta simplicidade pode explodir a terra em flores.

Mas quem crerá?

Caio