quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Novo Local das Reuniões

A partir de domingo 24/02/2008

estaremos nos reunindo no

Colégio Unimax Junior

Rua Esmeralda 46, Centro

18:00 Horas

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A Escolha entre o Clube e o Caminho

Há dois modelos básicos de igreja. Há os chamados para fora... e os chamados para dentro.


Igreja, de acordo com Jesus, é comunhão de dois ou três... em Seu Nome... e em qualquer lugar...


E mais: podem ser quaisquer dois ou três... e não apenas um certo tipo de dois ou três... conforme os manequins da religião.


Igreja, de acordo com Jesus, é algo que acontece como encontro com Deus, com o próximo e com a vida... no 'caminho' do Caminho.


Prova disso é que o tema igreja aparece no Evangelho quando Jesus e Seus discípulos estavam no 'caminho' para Cesareia de Filipe: um lugar 'pagão' naqueles dias.


Assim, tem-se o tema igreja tratado no 'caminho' e em direção à 'paganidade' do mundo.


Para Jesus o lugar onde melhor e mais propriamente se deve buscar o discípulo é nas portas do inferno, no meio do mundo!


Não posso conceber, lendo o Evangelho, que Jesus sonhasse com aquilo que depois nós chamamos de 'igreja'.


Digo isto porque tanto não vejo Jesus tentando criar uma comunidade fixa e fechada, como também não percebo em Seu espírito qualquer interesse nesse tipo de reclusão comunitária.


No Evangelho o que existe em supremacia é a Palavra, que tanto estava encarnada em Jesus como era o centro de Sua ação.


No Evangelho nenhuma igreja teria espaço, posto que não acompanharia o ritmo do reino e de seu caminhar hebreu e dinâmico.


Jesus escolhe doze para ensinar... não para que eles fiquem juntos. Ao contrário, a ordem final é para ir...


Enfim... são treinado a espalhar sementes, a salgar, a levar amor, a caminhar em bondade, e a sobreviver com dignidade no caminho, com todos os seus perigos e possibilidade (Lc 10).


No caminho há de tudo. Jesus é o Caminho em movimento nos caminhos da existência. E Seus discípulos são acompanhantes sem hierarquia entre eles.


No mais... as multidões..., às quais Jesus organiza apenas uma vez, e isto a fim de multiplicar pães.


De resto... elas vem e vão... ficam ou não... voltam ou nunca mais aparecem... gostam ou se escandalizam... maravilham-se ou acham duro o discurso...


Mas Jesus nada faz para mudar isto. Ele apenas segue e ensina a Palavra, enquanto cura os que encontra.


Ao contrário..., vemos Jesus dificultando as coisas muitas vezes, outras mandando o cara para casa, outras dizendo que era preciso deixar tudo, outras convidando a quem não quer ir...; ou mesmo perguntando: Vocês querem ir embora?


Não! Jesus não pretendia que Seus discípulos fossem mais irmãos uns dos outros do que de todos os homens.


Não! Jesus não esperava que o sal da terra se confinasse a quatro dignas e geladas paredes de maldade.


Não! Jesus não deseja tirar ninguém do mundo, da vida, da sociedade, da terra... mas apenas deseja que sejamos livres do mal.


Não! Jesus não disse "Eu sou o Clube, a Doutrina e a Igreja; e ninguém vem ao Pai se não por mim".


Assim, na igreja dos chamados para fora, caminha-se e encontra-se com o irmão de fé e também com o próximo que não tem fé... e todos se trata com amor e simplicidade.


Em Jesus não há qualquer tentativa de criar um ambiente protegido e de reclusão; e nem tampouco a intenção de criar uma democracia espiritual, na qual a média dos pensamentos seja a lei relacional.


Em Jesus o discípulo é apenas um homem que ganhou o entendimento do Reino e vive como seu cidadão, não numa 'comunidade paralela', mas no mundo real.


Na igreja de Jesus cada um diz se é ou não é...; e ninguém tem o poder de dizer diferente... Afinal, por que a parábola do Joio e do Trigo não teria valor na 'igreja'?


Na igreja de Jesus... pode-se ir e vir... entrar e sair... e sempre encontrar pastagem.


O outro modo de ser igreja é, todavia, aquele que prevaleceu na história. Nele as pessoas são chamadas para dentro, para deixar o mundo, para só considerarem 'irmãos' os membros do 'clube santo', e a não buscarem relacionamentos fora de tal ambiente.


A comunidade de Jerusalém tentou viver assim e adoeceu!


Claro!


Quem fica sadio vivendo num mundo tão uniforme e clonado?


Quem fica sadio não conhecendo a variedade da condição humana?


Quem fica sadio se apenas existe numa pequena câmara de repetições humanas viciadas?


Sim, quem pode preservar um mínimo de identidade vivendo em tais circunstâncias? Nesse sapatinho de japonesa?


É obvio que os discípulos precisam se reunir..., e juntos devem ter prazer em aprender a Palavra e crescer em fé e ajuda mútua.


Todavia, tal ajuntamento é apenas uma estação do caminho, não o seu projeto; é um oásis, não o objetivo da jornada; é um tempo, não é o tempo todo; é uma ajuda, não é a vida.


De minha parte quero apenas ver os discípulos de Jesus crescendo em entendimento e vida com Deus, em amizade e respeito uns para com os outros, em saúde relacional na vida, e com liberdade de escolha, conforme a consciência de cada um.


O 'ajuntamento' que chamamos igreja deve ser apenas esse encontro, essa estação, esse lugar de bom animo e adoração.


O ideal é que tais encontros gerem amizade clara e livre, e que pela amizade as pessoas se ajudem; mas não apenas em razão de um certo espírito maçônico-comunitário, conforme se vê... ou porque se deu alguma contribuição financeira no lugar.


A verdadeira igreja não tem sócios... Tem apenas gente boa de Deus... e que se reúne e ajuda a manter a tudo aquilo que promove a Palavra na Terra.


Tenho pavor de comunidades!


Elas são ameninantes para a alma, geram vilas de doenças, produzem inibição dos processos de individuação, e tornam os homens eternos imaturos... sempre com medo do mundo e da vida.


Sem falar que em todo mundo muito pequeno, como o da 'comunidade', as doenças tendem a aumentar... e a ganhar caras e contornos de perversidade travestida de piedade...


É o que eu chamo de peidade! Fica todo mundo querendo se meter onde não foi chamado... É um inferno!


Lá no "Caminho da Graça" estou tentando levar as pessoas a esse entendimento e a essa maturidade, e não tenho nenhuma outra vontade interior de fazer daquilo mais uma 'igreja'.


Quero ver pessoas que sejam 'gente boa de Deus'; gente descomplicada e desviciada de 'igreja'; gente que aprenda o bem do Evangelho primeiro para si e em si mesmas..., e apenas depois para fora...


Portanto, não se trata de um movimento 'sacerdotal', intimista e fechado; mas sim de um andar profético, aberto e continuo...


Lá não se busca a média da compreensão... Ao contrário, lá se força a compreensão...


Lá só fica quem realmente quer... e não tento jamais dissuadir ninguém ao contrario de sua vontade.


Não há complicação. Tudo é muito simples. E quem não achar que serve, está sempre livre a achar o que lhe agrada em qualquer lugar.


Ou não foi assim que Jesus tratou a tudo no caminho?


A escolha que se tem que fazer é essa: ou se quer uma 'comunidade' que existe em função de si mesma, e para dentro; ou se tem um 'caminho de discípulos', e que se encontram, mas que não fazem do encontro a razão de ser da vida.


A meu ver, no dia em que prevalecer o modelo do 'caminho', conforme Jesus no Evangelho, a vida vai arrebentar em flores e frutos entre nós e no mundo à nossa volta; e as pessoas serão sempre muito mais humanas, descomplicadas e sadias...


Mas se continuar a prevalecer o modelo 'comunitário de Jerusalém'... que de Jerusalém tem apenas o intimismo e o espírito sectário... não se terá jamais nada além do que se teve nesses últimos dois mil anos; ou seja: esse lugar de doentes presunçosos a que chamamos de 'igreja'.


Para isto... para esta coisa... não tenho mais nenhuma energia para doar. Mas para a vida como caminho, ofereço meu coração mais jovem do que nunca.


Caio

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Mínima semente de gigantesca utopia

Mínima semente de gigantesca utopia


Ah, como eu gostaria que todos entendessem como é conhecer o amor de Cristo!

Nesse dia todos seriam tão mais diferentes quanto também muito mais essencialmente iguais.

Nesse dia cessariam os ruídos das doutrinas, e o toque chamando para a guerra santa, e que vem dos sopros dos enganados pela presunção da verdade.

Nesse dia não seríamos tão visíveis, na realidade, seríamos quase invisíveis, mas seríamos sentidos em todos os cantos da vida.

Nesse dia os homens, mesmo os mais belicosos, aos nos verem, diriam: Graças a Deus eles chegaram!

Nesse dia os homens dariam graças a Deus por haver filhos Dele na Terra, e, independentemente do credo de qualquer um, eles saberiam que o amor de Jesus foi o que nos tornou aqueles pelos quais eles esguicham gratidão aos céus.

Enquanto isto...

Tem-se que viver em nós mesmos conforme a fé no Evangelho, posto que somente da experiência pessoal, é que nasce a esperança de que os encontros com o amor de Deus aumentem, e, assim, quem sabe, algum dia, nós não apenas sejamos sentidos pelo mundo, mas possamos também nos sentir uns aos outros em amor.

O caminho para o grande é o pequeno.

O primeiro passo gerará todos os demais.

É por causa de coisas que não são, que as que são deixam de ser.

O Reino de Deus é invisível, e suas sementes sempre são pequenas.

O fundamento de toda existência é o ser.

A essência do ser é amor.

Deus é amor.

Esta simplicidade pode explodir a terra em flores.

Mas quem crerá?

Caio


sábado, 9 de fevereiro de 2008

Caminho da Graça. Um lugar de Encontro

Encontro da “Vida com sabor de Graça e da Graça com sabor de Vida”.

Encontro
de pessoas com pessoas. Encontro de gente com gente.

Encontro
de seres humanos com seres humanos.

Encontro
de pessoas consigo mesmas, na expectativa de que este encontro, seja menos dolorido, mas, que seja curativo, terapêutico, saudável. Que seja um confronto consigo mesmo que produza resultado na vida para a vida com Graça.

Encontro
de pessoas com a simplicidade do Evangelho, que, em lendo e meditando no Evangelho, descobrem a beleza, a suavidade, a leveza das palavras de Jesus e se sentem seduzidas a segui-Lo.

Encontro
de pessoas que desejam ser, nada além de discípulos de Jesus e viverem com responsabilidade o Evangelho da Graça.

No caminho da graça, onde estes encontros acontecem, acontecem outros tantos encontros que determinam toda a dinamica e a razão de existir do caminho.

No caminho da graça, os encontros são embriões de possiveis e benvindas amizades que podem prosperar para amizades espirituais tão raras e tão necessarias.

No caminho da graça, os encontros são informais, leves, ecleticos, interativos, simples, pois, entendemos que este é um ambiente favoravel para se estabelecer novos vinculos de afeição, amor, comunhão e amizades.

No caminho da graça, os caminhantes são encorajados a, em entendo o evangelho, segundo suas proprias consciencias e submissas ao espirito santo, viverem o evangelho da graça na sua plenitude e voltarem a ser pessoas normais, isto é, ser gente como gente deve ser.

Serem humanos, pois, quando Deus desejou se aproximar de nós, se humanizou, se encarnou. E a encarnação deixou claro que é na horizontalidade dos relacionamentos que se ouve Deus, percebe-se sua graça, seu perdão, seu amor.

No caminho da graça cremos que a relação plena com Deus passa necessariamente pela relação plena entre as pessoas, os seres humanos, homens e mulheres.

No caminho da graça cremos que Deus estabeleceu definitivamente a encarnação em cristo, portanto, o corpo de cristo, as pessoas, como imprescindiveis para a pelnitude em Deus o que faz da convivencia, dos relacioanemntos,itens inegociaveis na relação dos caminhantes com Deus.

No caminho da graça somos estimulados a, se tivermos que radicalizar em algo, radicalizaremos na graça, no amor, no perdão, na paciencia, na confiança, no acolhimento irrestrito para com todos, que desejam conhecer ou reconhecer a fé cristã como a fé a ser abraçada.

No caminho da graça, todos, descobrimos que o lugar mais seguro para se estar no universo é debaixo da cruz de cristo e somos encorajados a correr para lá todo tempo, o tempo todo. E ali, aos pés da cruz, vamos nos transformando até que cheguemos à estatura da plenitude de cristo, nos parecendo cada vez mais com ele, que é o proposito final de deus em nós.

No caminho da graça temos nos reencontrado e reconhecido a presença de Deus para alem dos esteriotipos religiosos, padrões relioosos, tradições religiosas, estruturas e instituições religiosas. Temos descoberto que deus não é propriedade de nenhuma religião, pois ele é livre e soberano.

No caminho da graça, até um desencontro pode se tornar um encontro, a medida que os desencontrados se encontrem e são encontrados e juntos celebram o encontro na graça com alegria, liberdade, sensibilidade e compromisso.

No caminho da graça, todos, nos encontramos com Deus

E com a sua graça, pois ele esta onde 2 ou 3 estiverem em seu nome e juntos celebramos sua presença e afirmamos que, nele, jesus de nazaré, deus se reconciliou com a humanidade e todos são convidados a participar desta mesa da graça, de graça.

QUE LUGAR É ESTE?

O que é importante refletir é que este “lugar” não é necessariamente um “lugar geográfico fixo” O Caminho da Graça é um lugar de encontro de pessoas, portanto, onde estes encontros acontecerem, sendo “mediados” pela graça, isto é, pela presença do Cristo Ressurreto, ali esta o Caminho da Graça. O Caminho da Graça, é um lugar, eclético, onde dois ou 10 ou 100..seja qtos forem, podem se encontrar e se restaurar. No Caminho da Graça, não há fixidez, não há padrões rígidos, regras inflexíveis, cobranças implacáveis, palavras ásperas, gritos hostis. No Caminho da Graça há, acolhimento, abraço, beijo de benvindo de adeus. Há perguntas sem respostas. Há alegria e choro. Enfim, há a normalidade da vida à qual fomos chamados para viver intensamente.

ONDE O CAMINHO DA GRAÇA QUER CHEGAR?

A lugar nenhum, por que, o Caminho da Graça já é, e já esta. O Caminho da Graça já é tudo que precisamos e já esta onde deve estar. O Caminho da Graça já é

QUAIS OS OBJETIVOS DO CAMINHO DA GRAÇA?

Só um, que todos os caminhantes cheguem cada dia mais próximo da imagem e semelhança do Filho, já que esta é a vontade final do Pai Eterno.

E A HORA QUE O CAMINHO DA GRAÇA CRESCER, O QUE VOCES FARÃO?

Nada, pois não há nada que se fazer a não ser continuar fazendo e sendo aquilo que já fazemos e somos, isto é,

O CAMINHO DA GRAÇA.



Carlos Bregantim
(Texto adaptado)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Fraternidade no Caminho




Está no ar o blog da
FRATERNIDADE NO CAMINHO!!!

www.fraternidadenocaminho.blogspot.com

Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Pra melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão!"

Além do "Caminho da Graça", muitas outras iniciativas pessoais e comunitárias têm surgido em todo o mundo, pois o Espírito está iluminando mentes e corações e encorajando alguns à Doce Revolução do Evangelho!

Dedicamos este BLOG a esses companheiros, e convidamos todos a caminharem conosco, certos de que não se trata de um novo mover, uma nova onda, uma nova estrada ou uma nova visão. Não! Basta a Graça que basta! Trata-se da Nova Aliança no Seu Sangue!

Sentemos à Mesa!

Tomai, e bebei todos!